quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Shiuuuu.14.11




Apaixonei-me por ti... pela tua cultura, gostos pessoais e convicções... pelo som do teu sorriso e as tuas piadas maliciosas.
Apaixonei-me... e magoou-me quando disseste que não sentias o mesmo. Sei que não passou de manipulação: tu sabias o que eu estava a sentir e o teu ego fez-te continuar este jogo até ao dia em que tivesses de me destroçar.

Agora só quero roubar um bocado da tua alma, roubar a forma como vês a vida...
Não serás mais único… e eu não serei como tu, serei eu mesma, mas no final levarei mais de ti do que tu alguma vez levarás de mim e essa será a minha vingança!

2 comentários:

Anónimo disse...

Quase que diria que tinha sido eu a escrever isto! Não tiro uma única vírgula!

Ainda hoje questiono o porquê de ele tentar chamar tanto a minha atenção (chegava a tratar outras pessoas pelo meu nome, e propositadamente, segundo me disse uma vez). O porquê de ser tão mais cavalheiro comigo. O porquê de não me conseguir olhar nos olhos (era só comigo que isto acontecia). O porquê de ser mais delicado comigo. O porquê...

E no dia em que lhe disse o que sentia, pediu desculpas mas não sentia o mesmo. Fiquei mal. Se pudesse, naquele momento, passava-lhe com um carro em cima, tal era a raiva. Tinha andado a brincar comigo o tempo todo...

E hoje, passado tanto tempo, ainda sinto o cheiro do perfume dele. Era capaz de o reconhecer de olhos vendados.
Ainda "sinto" o olhar dele. O sorriso dele. A voz dele. Doce, meiga, mas com um quê de atrevida.
Ainda me rio e fico envergonhada quando me lembro das piadas maliciosas dele, dirigidas a mim.

Mas hoje, ainda, estou-lhe com muita raiva. E, hoje, passados tantos anos, ainda gosto muito dele...

Luiza Maciel B. disse...
Este comentário foi removido pelo autor.